terça-feira, 18 de setembro de 2012

A falta que (afinal) não me fazes

Não me fazes tanta falta quanto a que achei que ia sentir.
Lembras-te do espaço que te ia dar? Lembras-te do aviso de que esse espaço, se adquirisse um tamanho considerável,  seria um caminho irreversível?

Lá está, cansei-me!
Não sou de me cansar mas acho que 2 anos são mais do que suficientes para atingir a saturação. 2 anos de uma merda de uma ligação que nunca mereceu o direito de existir.
O bom disto tudo é que não sofro por ti. Sinto-me plenamente satisfeita com o que sobrou, que é absolutamente nada.
Não, não vou dizer mal de ti. Não mereces isso. Continuas uma boa pessoa. Com defeitos e virtudes, como sempre tiveste. Nunca fiz de ti o que não és. 
Então agora dei conta de que realmente estou bem assim. Sem esperar seja o que for da tua parte. Sem ansiar por nada que venha de ti.
Gostava de manter a amizade que tivemos, se bem que tenho noção que nunca foi uma amizade per si.

Estou a escrever aqui o ponto final desta história, que está mais do que resolvida da minha parte.
E estou bem, por incrível que agora me pareça.


12 comentários:

  1. Sabes que quando se diz que é um ponto final, na maioria das situações são apenas reticências... :)

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    1. Para pessoas mal resolvidas, talvez.
      Quando assumo uma posição, sou mulher o suficiente para mantê-la!

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    2. Assim, sim! Gosto de ler isso ;)

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    3. Não era previsível que assim fosse? =P

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  2. e ainda bem que estás assim :D continua e não te deixes ir a baixo!

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    1. Claro que não... é como diz o outro "Chapéus há muitos!" mas aplicado aos homens ;)

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  3. Isso mesmo. Por mais que nos custe, às vezes é preciso dizer basta.

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  4. Bola para a frente Rita,essa é a atitude certa,e não me parece que sejam reticencias da tua parte mas sim um ponto final.

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    1. Podes mesmo acreditar que é um ponto final ;)

      Quero encontrar a "tal" pessoa, como tu fizeste ;)

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