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A mostrar mensagens de Setembro, 2015

Cara Chefe...

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É isto! Eu sou uma pessoa de dizer bom dia, boa noite, boa tarde. Sou pessoa de dizer olá e de sorrir quando quero e quando acho que merece o esforço. Falo com as pessoas que achar que devo e não porque são Doutoras, Engenheiras, Empregadas da limpeza ou Caixa no supermercado. Já trabalhei em muitos sítios e nunca me achei menos que ninguém. Tal como agora não me acho mais que ninguém. Não gosto que me chamem Doutora ou Engenheira fora do trabalho. Não é isso que me define e não são esses os meus nomes. Eu gosto de pessoas, Chefe. De algumas. Independementemente do estatuto ou da função que desempenham. Trato bem quem bem me trata. Só isso.

PS: A minha Chefe achou por bem criticar-me por estar a "brincar" com a senhora que limpa o laboratório, insinuando que a trato melhor que a muitos Doutores.
ENFIM!

Desafio da Raven. Desafio a I. e a S.

Raven, Raven. Tu não gostas de desafios e eu sou tal-e-qual. Mas pronto, é um pedido teu e terei todo o gosto em responder ;) 

Sou muito segura de mim própria e do meu valor.
Não suporto injustiça e hipocrisia.
Já me zanguei com amigas que reclamam de tudo e nada fazem para mudar.
Quando era criança fui muito feliz e vivi tudo a seu tempo.
Neste exacto momento estou na pausa para café enquanto espero pelo fim de uma análise.
Morro de medo de ficar sem a minha família!
Sempre gostei de rir e de correr.
Se eu pudesse ajudava mais quem realmente necessita.
Adoro sentir-me realizada.
Não gosto de marisco (sou alérgica mas nunca fui fã mesmo antes de saber).
Fico feliz quando vejo pessoas de quem gosto felizes e a construírem o seu caminho.
Se pudesse voltar no tempo usufruía mais da companhia de algumas pessoas que já não estão comigo.
Quero viajar para Vietname, Grécia, Nova Zelândia, Nova Iorque, Milão...
Eu preciso de nunca deixar de querer mais.
Não gosto de chorar e evito sempre fazê-lo perto de al…

Conversas de corredor

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Quando acabo de colocar uma análise a "correr" e ao sair para o corredor me deparo com esta conversa supostamente sussurrada mas que mais alto só se fosse falada com megafone:

[Senhora das limpezas do alto dos seus 60 aninhos]: "Então o que estás a fazer aí escondida no escurinho das escadas?"
[Secretária do departamento com majomenos a mesma idade]:"Estava ver se me calhava a mesma sorte que tu tiveste há uns anos..."
[Senhora das limpezas do alto dos seus 60 aninhos]:"Acho que o Zé já não pode com nenhuma das duas no vão das escadas!"
[Secretária do departamento com majomenos a mesma idade]:"Ah mulher, também era uma rapidinha só para aliviar a tripa!"

PS: Foi o tempo de trancar o laboratório PS2: O Sr. Zé penso que seja o jardineiro. PS3: Estou traumatizada. Vou muito ao vão das escadas! 

O meu Feijãozinho

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O meu Feijãozinho é o bébé que ainda não nasceu mas que já me tornou Tia. Uma Tia babada e tão feliz!  O meu Feijãozinho será um Gonçalo ou uma Joana. Eu quero que venha cheio de saúde e lindo de morrer! Mas confesso que preferia um Gonçalo.
Sou tão babada!! Ainda faltam 5 meses para ele nascer mas o meu Feijãozinho já é tão meu!


Da dor

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Às vezes penso que é um exagero chorar tanto por um cão. Sentir este nó na garganta, esta mágoa porque um cão morreu. Mas depois lembro-me do meu Campeão. Que me deu colo e amor, que me fez sorrir quando só me apetecia chorar, que me aqueceu em noites frias e que ouviu os meus maiores medos. Lembro-me do símbolo da minha infância, dos meus 13 anos e da felicidade que senti quando te conheci. Não és apenas um cão. Aliás, és apenas um cão mas és uma alma. Deste-me tanto e fazes-me tanta falta. E eu choro desalmadamente a ver os vídeos dos nossos passeios, as tuas corridas que começaram a escassear nos últimos anos, da tua cara de tristeza cada vez que me vias partir.  Agora não tenho ninguém que esteja à minha espera. Que pule de alegria só por me ver. Que me beije de felicidade. Agora não te tenho e só de pensar nisso sinto-me despedaçada!
Fazes-me tanta falta!!!




Bé*

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A minha menina desistiu. Chora e não come. Está parada e apática. A minha menina tem 14 anos e há 3 cegou de uma vista. Até se habituar, o meu Campeão foi o seu guia. Viveram juntos 14 anos e ela nunca conheceu outra realidade. Eram um casal que nunca se separou. Agora vejo a minha menina a desistir de viver e dói tanto não conseguir ajudá-la. Muitos mimos e muito colo mas não consigo que ela coma. A veterinária diz que os cães também entram em depressão e que a minha está a começar. Vou ficar sem ela também e não estou preparada para ficar sem os meus meninos :(

Eles são velhotes e é agora que mais precisam de nós!

Dos refugiados. Da Síria. Da falta de humanidade!

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Serei eu a única sem ter a minha posição bem definida relativamente aos refugiados? Porque sinceramente não gosto de opinar quando não estou bem dentro dos assuntos e não gosto de assumir posições que depois não posso defender. Portanto, até à data, deparo-me com duas situações:
- Refugiados: Sim, vamos acolhê-los! Vamos dar-lhes a mão e abrigá-los pois tudo o que conhecem como casa foi-lhes tirado. Sim, temos sem-abrigo por todo o país. Pois temos, infelizmente a maioria dosPortugueses só deu por isso agora! - Abrigá-los sem um peso e uma medida? Também acho que é errado. Porque não acho que tenhamos condições para abrigar todos. Porque para virem para o nosso país e juntarem-se a imensas pessoas que passam dificuldades, não é a solução. A solução seria agir onde efectivamente está o problema! Lá, onde estão a destruir e a matar. Lá onde criam cenários de guerra que obrigam as pessoas (boas e más, como em todos os lugares) a largarem tudo para se salvarem e para protegerem os seus. Não…

Eles nasceram a amar

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Não há problema, ter-te-ei sempre do meu lado, não é? Sinto tanto a tua falta! Dos teus mimos e da tua energia. Do teu pêlo brilhante e sedoso. Do teu cheiro. Das lambidelas no meu nariz. De dormires encostado às minhas pernas. De saltares para o meu colo que nem um louco.


Da saudade...

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Chorar agarrada aquele peluche que comprei em Londres porque é igual a ti. Preto e Amarelo, com 4 olhos. Sinto tanto a tua partida. Só queria ter-te no meu colinho.
Meu amor incondicional!

amor incondicional.

Meu amor, vou falar contigo agora que recebi a notícia que há muito temia. Obrigada por teres sido tão leal nestes 15 anos e 4 meses em que estiveste na minha vida. O dia em que te fui buscar foi possivelmente um dos mais felizes da minha vida. Tinhas 1 mês e 1 dia e eras o cachorro mais lindo que já vi na vida. Mal andavas mas vieste na minha direção. Tu é que me escolheste. A primeira noite foi difícil, lembras-te? Querias a tua mãe e foi-te tirada. Teve de ser porque senão o teu destino tinha sido curto. Recordo o teu cheirinho quando te aninhei nos meus braços, o teu focinho húmido. Eras um traquina. Roeste-me tantas coisas mas eu amava-te tanto. As tardes no sofá, os passeios pelo nosso retiro, o colinho. Gostavas tanto de colinho. Desculpa se a minha vida nos tirou tanto tempo mas a vida que tinha aos 13 era menos ocupada do que a actual. Mas nunca te esqueças que te amei muito e que me fizeste muito feliz. Esse amor incondicional que me tinhas, acredita que senti-o sempre. Sabi…

Desilusão

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Este fim-de-semana apanhei a maior desilusão da minha vida. Daquelas desilusões que fazem doer e que nos deixam sem ar. Saber que nem sempre significas para os outros o que eles significam para ti, sabê-lo da forma mais triste, mais sem consideração, dói para caraças!
Fiz tudo por ti. Defendi-te de tudo e todos, mesmo que nem sempre tivesses razão. Entendi as tuas "birras" e não fiz grande caso delas. Aturei-te, ajudei-te nas tuas dificuldades. Nunca fui ao supermercado sem comprar o suficiente para ambas pois sabia que não tinhas. Ajudei-te sempre de coração. Dei-te colo, dei-te amizade. Considero-te minha irmã e a paga que me dás é esta?
A pequena saiu de casa. No fim-de-semana passado deixou-me de falar e este fim-de-semana soube, através da senhoria, que abandonou o quarto. Foi sorrateira, ao fim-de-semana, tirou tudo o que era dela de casa e saiu. Nunca recebi um sms a informar-me de nada. Não que ela me deva satisfações mas no meu entender, eu merecia mais. Um gesto d…