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A mostrar mensagens de Outubro, 2012

Talvez um dia saibas#1

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Que procuro o teu sorriso no meio da multidão, mesmo quando finjo que me és indiferente.

Uma "Sogra" do pior!

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A Mãe do João tem falado de mim à cabeleireira/esteticista. Já tinha feito algumas abordagens há uns 2 anos atrás, para tentar saber quem eu era mas depois acalmou (na mesma proporção que o nosso relacionamento estagnou). Agora voltou à carga!  Segundo a cabeleireira, ela já sabe quem eu sou e basicamente faz comentários do género "A Rita e o meu João são muito amigos, dão-se muito bem. O meu João gosta muito dela, até passa algumas noites em casa dela... não sei porque ainda não me foi apresentada.". E eu fico com cara de parva deitada na marquesa da depilação, sem emitir qualquer som e estática. Mas porque raio é que a Sodona Bia anda a falar da minha pessoa em cabeleireiros?! Liguei ao João, a falar do ocorrido e ele diz que isso não é verdade, de certeza. Que, DE CERTEZA, não são conversas da Mãe! Então como raio a cabeleireira sabe tantos pormenores? Dias de jantares, dias em que ficaste na minha casa, passeios e afins?
Vou dar em maluquinha!

"A mudar Lisboa"

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Gostei da mensagem, da atitude e da coragem. Ideias originais, engraçadas e leves. Gostei mesmo! Claro que não me parece que passe de um mero "castelo no ar" mas a iniciativa está lá e a mensagem está subjacente na imagem que querem passar!
Vamos lá "a mudar Lisboa", as restantes cidades mas, acima de qualquer outra coisa, vamos mudar mentalidades!





Desleal!

Apanhar alguém de quem gostamos numa mentira é, possivelmente, tão desagradável como levar um murro no estômago. Este sábado fomos sair e encontro o João no bar. "Olá, tudo bem?" e pouco mais. Quando vou para ir falar-lhe mais descontraidamente, não o encontro em lado algum. Pensei que tivesse ido para casa. Entretanto, umas duas horas depois, vou embora e passo pelo carro dele, estacionado a poucos metros do dito bar. Decido-me a mandar-lhe sms e pergunto se ele foi para casa. Aquele idiota responde: "Sim, já vim para casa. Precisavas de alguma coisa?" Mentiu-me com todos os dentes e isto só pode ter uma razão: MULHERES!!!
Não abras a pestana, Rita! Continua a dar conversa a este cabrão, continua!! PS: Sim, sei que já não tenho nada com ele mas continua a mandar sms, a telefonar-me e a tentar que as coisas voltem! Pelo menos sinceridade devo exigir-lhe, não?

Razões para usarmos óculos quando realmente precisamos deles

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Hoje vou a sair de casa e reparo num carro preto estacionado à porta da minha casa. Um Audi A3 e cujas letras da matrícula são iguais às do carro do João. O meu coração acelera. Começo a olhar em volta, rezando baixinho não sei bem para quê.  De mala de viagem ao ombro, mala de senhora e ainda mala do portátil, dou por mim a fraquejar e quase a deixar cair as ditas no chão. É ele! Avisto-o ao longe. Vem na minha direcção, distraído e a mexer no telemóvel. Agarro instintivamente no meu, na esperança de que esteja a ligar para mim. Nada. Ele vai-se aproximando e só quando está a escassos metros de mim reparo que não é ele. É um homem muito parecido mas não é ele. É Rita, não comeces a meter as lentes de contacto ou os óculos logo pela manhã que não vale a pena. Depois passas por situações constrangedoras e não sabes porquê! Estúpida!

Para o que havia de me dar!

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Já tive o mesmo sonho vezes sem conta. Sonho que os meus dentes começam todos a cair, um por um e que eu ando a correr pela rua a tentar segurá-los e/ou apanhá-los a todos, num esforço inglório e exaustivo.
Não que acredite muito nestas coisas mas andei a pesquisar e sonhar com os dentes a cair nas próprias mãos é sinal de nascimento. Sonhar com eles a cair para o chão, estragados e sujos, significa morte de um familiar ou perda de libido. No meu sonho eles caiem-me nas mãos portanto  pode ser que signifique alguma boa notícia. Ou um outro sobrinho ou alguma evolução na minha vida. A ver vamos ;) 
Aproveito para desejar um bom fim-de-semana a todos!

Epifania.

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Constato hoje que sou uma ignorante. Que minto. Que manipulo. Que jogo. Teço enredos que não existem. Finjo sentimentos que não sinto. Hoje sofri uma epifania. Sou ignorante. Minto à minha alma. Manipulo o meu coração. Jogo com a minha inteligência. Teço enredos que não existem. Porque quero que existam. Porque quero sentir. Porque quero escrever a minha história. Sou ignorante porque deixei de ser selectiva sobre quem se torna personagem na minha vida. Deixo participar sem que façam o mínimo esforço para terem esse direito. Sou ignorante. Porque uso esta minha mascarada indiferença para me fazer de forte e acabo por ser tão ou mais fraca que os outros.Vou deixar de ser ignorante.Quero deixar de ser ignorante. Preciso de deixar de ser ignorante. Não estou desiludida. Não estou triste. Não estou sozinha. Estou estagnada e detesto sentir-me encurralada. Hei-de libertar-me de ti e de tudo o que me fazes sentir. Ninguém merece dar sem nada receber. Eu não sou excepção.

A vossa atenção!

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Alguma das pessoas que passa diariamente por aqui tem conhecimento de algum sítio onde possa desenvolver o meu trabalho? Ou pelo menos onde dêem a oportunidade de mostrar o que valho?
Área da Engenharia do Ambiente, gestão ambiental e análises laboratoriais. Mas também sou pessoa para arriscar noutras tarefas, sem qualquer problema. Eu quero é trabalhar e sou boa nisso!
Se alguém souber de alguma coisa, deixe o contacto, por favor. Tentar não custa e já que até tenho alguma afluência aqui no blog, porque não utilizá-lo em proveito próprio? Agradecida!

Trago-te comigo.

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Luís, voltei a sonhar contigo. Foi um sonho tão parvo que nem consigo bem explicar. Era noite e estávamos junto ao rio. Ao fundo viam-se apenas pontos luminosos, numa vila distante e habitada. Deitados na relva, contávamos as estrelas. Uma, duas, três. E tu disseste: "Agora vai aparecer uma estrela nova, mais brilhante e maior e que nunca vai sair do céu. Sempre que olhares, lá estará ela a olhar para ti.". Eu olhei para o céu e a estrela apareceu. Linda, brilhante, em destaque. Sorrio e volto-me para ti mas tu já não estavas. E gritei, chamei-te, supliquei-te que ficasses. Mas não ficaste. A estrela está lá, linda, brilhante e a sorrir.  Estes sonhos tiram-me o sono. Estou cansada de te perder a toda a hora.

Trago-te comigo.

Esta 6ª.

Encontrei o João esta sexta-feira. A nossa conversa foi mais-ou-menos assim:
João:"Olá Rita, então estás bem? [dá-me um beijo na cara]" Rita:"Sim, comigo tudo óptimo. E tu?" João:"Eu também estou bem. Vou ser transferido para Setúbal..." Rita:"Que bom, ficas mais perto. Fico feliz por ti..." João:"Sim, fico mais perto de casa e mais perto de Lisboa..." Rita:"Pois, tu é que tens de ver o que é melhor para ti..." João:"Não gostei da nossa última conversa." Rita:"Eu também não..." João: "Não achas que devíamos falar sobre o que se passou?" Rita: "Não acho que seja preciso. Eu fui bruta, tu foste mal-educado... acho que é bastante claro que juntos não funcionamos." João: "Mas longe temos saudades..." Rita: "Temos? Eu estou bem."
E afastei-me.  Porque gostar nem sempre é suficiente, optei por afastar-me. Porque não posso ter receio da reacção dele quando quero ser franca.  Porque se…

Porque tornei-me romântica.

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(...) Watching every motion In this foolish lover's game Haunted by the notion Somewhere there's a love in flames Turning and returning To some secret place inside Watching in slow motion As you turn my way and say  (...)"
_Berlin_"Take my breathe away"_

Quando as palavras dos outros reflectem tudo o que tenho cá dentro!

"Não fiquem junto à minha campa a chorar.  Eu não durmo e não vou lá estar.  Serei mil ventos a soprar.  Serei neve, diamante a cintilar,  A luz do sol nos grãos a amadurecer.  Serei a doce chuva de Outono, caindo.  Quando acordarem, na calma do alvorecer,  Serei estrela suave, na noite, luzindo.  Não fiquem junto à minha campa a chorar.  Eu não morri, Não vou lá estar."
Poema Nativo Americano
Tenho tantas saudades,bem mais do que pensei algum dia sentir. Tenho saudades de um tempo que me parece agora perdido. Saudades das noites quentes de verão, das conversas na sede, das jogatanas, das tuas parvoíces, das anedotas, dos abraços sufocantes, do sorriso contagiante, das palavras meigas, das palavras ásperas (até dessas). Parece que todos estes momentos pertencem a outra vida, a outras pessoas.  Vou-te perdendo aos poucos, fruto da traição da minha memória, fruto do tempo, fruto da solvência da vida. Apenas não te esqueço. Acreditas nisso, certo?

Miséria

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Hoje é um dia neutro. Daqueles em que não acontece nada, em que estou fechada no quarto a preparar a minha defesa da tese e a desejar mandar tudo isto ao ar.  Estou cansada. Desta merda a que chamo vida, sem saber bem se merece ser chamado disso. Esta vida tão injusta para tantas pessoas, que destrói e maltrata quem menos merece.  Chamem-lhe destino, Deus, karma ou seja o que for. É injusto! Não há meio-termo. Ou riqueza ou pobreza extremas, ou alegria ou tristeza, ou tudo ou nada. O meio-termo seria ouro para muita gente. Seria sim! Posso não ter muito dinheiro (que não tenho) mas sou mesmo feliz. Consigo as minhas conquistas aos poucos, com trabalho e dedicação. E depois sinto-me a pior pessoa do mundo por ter acesso a tanta superficialidade, sabendo que há tanta gente que não tem direito ao básico dos básicos. Água, comida, cama, roupa, um abraço, uma ternura. E sinto uma raiva indescritível quando sei de pessoas que podiam ter tudo e simplesmente não querem saber. Magoam, maltrat…

A Rita foi ao teatro!

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Nunca aqui confessei mas uma das minhas grandes paixões é o teatro. Adoro teatro. A magia, os cenários, o improviso, a interacção com o público. Adoro! É algo que não me canso de fazer e não fossem os preços dos bilhetes, era presença assídua nos teatros.
Esta noite fui ver:

Nunca tinha ido ao Teatro Politeama e devo dizer que adorei! Uma sala magnífica, tribunas magníficas, palco bonito. Actores soberbos!
Uma Vanessa Silva linda de morrer, com uma voz fenomenal, uma presença cheia e uma interpretação perfeita! Captou todos os maneirismos de Amália! Hugo Rendas esteve genial! Ary dos Santos e Vinicius de Moraes, simplesmente fantásticos! Pormenores no cenário que foram deliciosos!
A parte parva (comigo tem sempre de haver alguma parvoíce) aconteceu à entrada do teatro... está o La Féria numa bancada a dizer "Sejam bem-vindos! Querem o programa do espectáculo?" e eu e a minha amiga dissemos que sim. Diz o La Féria "4€ por favor.". Rita: "Deixe estar, é mais bo…

Achas que é amor?

Tira-me o fôlego. Abraça-me. Guarda-me no peito. Embala-me no teu colo. Regresso ao nosso local secreto, rodeada de juras de um amor que não foi eterno mas que deixa saudades. Um amor que existiu e que me fez feliz. Fez-nos felizes. Sim, olho para outros homens mas quando permito alguma aproximação, são os teus olhos que vejo. O teu sorriso. A tua voz. Fundi-me a ti e não consigo apagar tudo o que sinto. Que não sei bem o que é. Não sei se é amor, paixão, comodismo. Não sei se é uma fusão de tudo isso. Pensei que contigo aprenderia a pertencer a alguém. Porque sempre fui desligada e sempre quis o meu espaço, nunca deixei que ninguém me toldasse a racionalidade e, portanto, nunca me permiti amar incondicionalmente alguém. Até que te conheci, João. Pela primeira vez conheci alguém que me fizesse agir antes de pensar, que me fizesse esquecer tudo o resto à excepção de nós os dois. Achas que isto é amor? Sentir a tua falta em todos os instantes, recordar os teus beijos, os teus braços a …

Pára tudo!!!

Vou ali ver o meu Benfica e já volto! Carregaaaa!

Ainda gosto de ti

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Por muito que saiba que acabou, sorrio ao recordar tudo o que vivemos juntos. Os risos, os abraços, as mãos, os beijos, as conversas, os silêncios. Nunca te esqueças que contigo levaste um pouco de mim e que comigo deixaste um pouco de ti. Esta história (que será sempre nossa) fez-me feliz e foi eterna enquanto durou. Sim, ainda gosto de ti.

Ainda sinto a tua presença, o sabor dos teus beijos, o quente dos teus braços. Ainda sinto a tua falta. Sim, ainda gosto de ti.

Até um relógio parado está certo duas vezes por dia

"Não me resta nada, sinto não ter forças para lutar É como morrer de sede no meio do mar e afogar Sinto-me isolado com tanta gente à minha volta Vocês não ouvem o grito da minha revolta Choro a rir, isto é mais forte do que pensei Por dentro sou um mendigo que aparenta ser um rei Não sei do que fujo, a esperança pouca me resta É triste ser tão novo e já achar que a vida não presta As pernas tremem, o tempo passa, sinto cansaço O vento sopra, ao espelho vejo o fracasso O dia amanhece, algo me diz para ter cuidado Vagueio sem destino nem sei se estou acordado O sorriso escasseia, hoje a tristeza é rainha Não sei se a alma existe mas sei que alguém feriu a minha Às vezes penso se algum dia serei feliz Enquanto oiço uma voz dentro de mim que me diz? Chorei Mas não sei se alguém me ouviu E não sei se quem me viu Sabe a dor que em mim carrego e a angústia que se esconde Vou ser forte e vou-me erguer E ter coragem de querer Não ceder, nem desistir eu prometo Busquei Nas palavras o conforto …

Ideal de vida!

"(...) We are the world, we are the children We are the ones who make a brighter day So let's start giving There's a choice we're making We're saving our own lives It's true we'll make a better day Just you and me We are the world, we are the children We are the ones who make a brighter day So let's start giving (...)"
Porque esta música tem todo o sentido para mim. Porque um dia hei-de ajudar alguém, seja de que forma for. Porque é intemporal.

É justo?

Ontem morreu mais um conhecido na minha faculdade. Ataque cardíaco aos 24 anos! Mas que merda é esta?  Um rapaz saudável, jovem, sem antecedentes, janta com os pais e uns minutos depois cai.  24 anos? Que merda é esta? Que vida é esta? Que justiça é esta? Com tanto para viver e aos 24 anos morre?
Ele não era meu amigo, era um conhecido mas ainda assim estas merdas chocam-me e deixam-me revoltada! Com a vida, com o mundo, com Ele. Tinha a minha idade, estava prestes a fazer os 25 anos, estava a acabar o curso, tinha todos os sonhos do mundo.

Apenas a verdade!

Pergunto-me até que ponto uma pessoa deve ser sincera. Até que ponto devemos dizer o que realmente pensamos e sentimos. Sinceridade ou hipocrisia? Sim, já sabemos que o ideal seria um meio-termo mas, caso este não seja possível, até que ponto devemos ser sinceros?
Por vezes peco por ser demasiado sincera. Não é que diga tudo o que penso ou que não pense antes de falar. Por vezes penso até demais!  Sei que me recuso a ser hipócrita ou mentirosa. Se alguém me perguntar alguma coisa que me diga respeito, prefiro dizer a verdade a fingir outra situação. Mas até que ponto é isso bom? Sim, sou uma pessoa assertiva. Da minha parte não esperem mais do que verdade.  Portanto, o que vou escrevendo aqui sobre mim é a verdade. Não há floreados, palavras meigas ou cinismo. Quando estou feliz, a minha escrita vem feliz. Fluída, afável, fácil de ler. Quando estou triste, a minha escrita não vem triste mas sim aos turbilhões.  Quando estou chateada, escrevo palavrões e digo impropérios.
Quando estag…

Para quê?

Estou cansada. Sinto-me esgotada e não consigo dormir. Aquela exaustão que nos tira as forças e a vontade de levantar da cama. Só queria dormir como deve ser, uma única noite em que adormecesse e só acordasse com o despertador.
Amanhã entrego a tese. Está feita, impressa e pronta a entregar. Estou ansiosa por fechar mais este capítulo mas sinto que o tempo me passa pelas mãos e a uma velocidade alucinante.
Voltei a tirar a t-shirt do Luís da gaveta. Não consegui mantê-la mais do que uma semana longe da minha vista. É tão estúpido agarrar-me com "unha-e-dentes" a uma simples recordação.
Estou a ver um filme chato a ver se me dá o sono. Bocejo mas dormir que é bom, zero! Vim à net mandar um email importante e só me apetece apagar este estúpido blog. Já nem sei sobre o que escrevo. Limito-me a escrever posts de merda sobre assuntos que não interessam para nada. Tenho tantas recordações em forma de escrita que me impedem de apagá-lo. Já não tenho o João para contar lamechices e…