segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Quando as palavras dos outros reflectem tudo o que tenho cá dentro!

"Não fiquem junto à minha campa a chorar. 
Eu não durmo e não vou lá estar. 
Serei mil ventos a soprar. 
Serei neve, diamante a cintilar, 
A luz do sol nos grãos a amadurecer. 
Serei a doce chuva de Outono, caindo. 
Quando acordarem, na calma do alvorecer, 
Serei estrela suave, na noite, luzindo. 
Não fiquem junto à minha campa a chorar. 
Eu não morri, Não vou lá estar."

Poema Nativo Americano

Tenho tantas saudades,bem mais do que pensei algum dia sentir.
Tenho saudades de um tempo que me parece agora perdido. Saudades das noites quentes de verão, das conversas na sede, das jogatanas, das tuas parvoíces, das anedotas, dos abraços sufocantes, do sorriso contagiante, das palavras meigas, das palavras ásperas (até dessas).
Parece que todos estes momentos pertencem a outra vida, a outras pessoas. 
Vou-te perdendo aos poucos, fruto da traição da minha memória, fruto do tempo, fruto da solvência da vida.
Apenas não te esqueço. Acreditas nisso, certo?

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