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A mostrar mensagens de Janeiro, 2013

Emigrar ou não emigrar?

A sensação de vermos a nossa vida a estagnar, sem andar para lado algum, é uma sensação que nunca me foi familiar e muito menos confortável. Fui sempre menina de agir, de querer, de fazer. Continuo a sê-lo. Tenho tantas metas a atingir e sei que hei-de consegui-las aos poucos. Não me permito sequer pensar de outra forma.
No Domingo estive a ver o "Prós e Contras" e, entre muito do que foi dito, memorizei a mísera percentagem de 17%. Parece tão pouco e, no entanto, simboliza o número de engenheiros que emigram de Portugal todos os anos. Ou seja, por ANO, em cada 100 pessoas que podiam dar muito ao país (vá, não vou sequer falar da metade desses que tiraram a licenciatura a "saca-rolhas" e estão-se bem f*dendo para arranjar trabalho), 17 procuram a sua oportunidade fora! Sinceramente, esta realidade importa-me muito. Por um lado devido à minha área de formação, claro! Mas por outro, sabendo que o nosso país é tão rico em tantos aspectos, que é potencialmente (o que …

Meu puto#10

Não sei bem porquê mas hoje entrei no Hi5. Achava que já tinha fechado a conta mas afinal não. Lá estão memórias e fotos de outros tempos. Lá está o teu perfil, Luís. As tuas coisas, os teus pensamentos, as tuas anedotas.  Recordar-te tornou-se um paradoxo. Doloroso e apaziguador.  Ver as fotos das saídas, tuas com a tua namorada, com a tua Mãe e irmã, traz um sentimento de impotência que tem vindo a adormecer ao longo do tempo.  Porque não se esquece, Luís. As existência das pessoas não se esfuma com a morte. Não desaparecem as recordações.  Não se apagam as fotos. Ou não consigo apagá-las porque estas são o que de mais palpável temos da tua existência. Então dei por mim a guardar fotos antigas. A rir ao recordar momentos tão idiotas e banais mas que me fazem sentir a tua falta.  Tu em pequeno. Tu na escola. Tu vivo. Lembrei-me de ti. Lembrei-me de te desejar, onde quer que estejas, paz. Que consigas aquilo que sempre ambicionaste. Simplesmente não sofrer.

O outro#1

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O outro...
Sabem aquele homem que conhecem por acaso mas que, não sabendo bem a razão, guardamos na memória? Aquele homem com um sorriso estonteante, uma personalidade interessante, uma acessibilidade limitada e que nos parece intocável?
O Marco é isso tudo!  Simpático, com uma conversa agradável, bonito... o típico "homem-massagem-no-ego". Sim, conheci um assim.

Talvez um dia saibas#4

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Que mesmo não sendo de dormir de "conchinha", de palavras meigas e de demonstrações públicas de afecto, por ti estava disposta a mudar.